16/04/2015 - Aquilo me parecia mais com um cemitério, do que com uma floresta.

Na semana passada você deve ter lido meu e-mail, onde eu contava sobre o protesto que havíamos acabado de fazer em uma área recém-desmatada em Roraima. Agora, quero dividir com você o que vimos nesse pedaço do Brasil.  

Naquela manhã, ao entrar na fazenda, passamos por uma longa estrada de terra, rodeada por uma grande “floresta cinza”. E perguntei: “Essa já é a área do protesto?”. Me responderam que sim. A paisagem era muito triste, a maioria das árvores foi derrubada e o que restou - árvores menores ou sem valor comercial - foi queimado. Muitos galhos retorcidos se mantêm em pé, junto dos tocos queimados de árvores cortadas. Apenas as cores preto e cinza compunham o cenário.  Aquilo me parecia mais com um cemitério, do que com uma floresta.

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